Atendimento para adultos, idosos e casais que estão atravessando processos de luto, adoecimento, ruptura ou simplesmente precisam de um espaço para se entender melhor.
📍 Psicóloga no Tatuapé
Rua Vilela, 652 — Conj. 1202 (12º andar)
Tatuapé, São Paulo · SP

Sobre mim
Psicóloga · CRP 06/213880
Sou Beatriz Poliakovas, psicóloga formada pela PUC-SP e especialista em Psicologia Hospitalar pelo Hospital das Clínicas da FMUSP. Atendo adultos e idosos presencialmente e online, além de terapia de casal.
Minha escuta é orientada pela fenomenologia — o que significa que não parto de rótulos ou protocolos prontos, mas da forma como cada pessoa vive sua própria experiência. Acredito que o sofrimento precisa ser compreendido antes de ser apressadamente “resolvido”.
Tenho especial atenção às pessoas que estão atravessando processos de luto, adoecimento ou momentos de ruptura na vida — quando o chão parece ceder e é preciso encontrar um novo ponto de apoio.
Área de atuação
01
A perda de alguém amado, de uma relação, de uma fase da vida. A dor que não tem prazo e que merece ser acompanhada com cuidado e sem pressa.
02
Diagnósticos que mudam a vida, tratamentos longos, hospitalização. O corpo adoece, mas a mente e a identidade também precisam de atenção.
03
Separações, demissões, mudanças de vida que tiram o chão. Momentos em que é preciso encontrar quem você é do outro lado da virada.
04
Atendimento individual para adultos em qualquer fase da vida — inclusive os que chegam à terceira idade com questões únicas que merecem atenção especializada.
05
Quando a comunicação falha, a distância cresce ou o vínculo pede reconstrução. Um espaço para dois falarem — e também escutarem.
06
Não é preciso estar em crise para buscar terapia. Às vezes é o desejo de entender melhor quem você é, o que sente e o que quer da vida.
A abordagem
A abordagem fenomenológica parte de um princípio simples, mas profundo: cada pessoa vive o mundo de um modo único. Não existe um roteiro universal para o sofrimento, nem um protocolo que sirva a todos.
O que interessa não é o diagnóstico ou o rótulo, mas a forma como você, especificamente, vive o que está vivendo — o que aquela perda significa para você, o que aquele medo revela, o que aquela relação carrega.
Isso exige uma escuta diferente — mais lenta, mais aberta, sem a pressa de concluir. Uma escuta que respeita o tempo e a singularidade de cada história.
Entre em contato
O primeiro contato pode ser só uma mensagem. Me conta um pouco do que está sentindo e conversamos sobre como posso te ajudar.
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